Chega o dia em que a assistente de revista,Lua Blanco vai até o ginecologista super requisitado,Arthur Aguiar.Ela vai até ele com o propósito de entender o fato de não ter orgasmos .O que eles não sabiam é que uma simples consulta teria uma continuidade fora do consultório.

theme desenvolvido por omeudiarioquasesecreto. não retire os créditos e nem copie nada daqui
passe o mouse para ver os créditos


Web despertando…para o prazer…Epilago : Despertando para o prazer.Despertando para o amor. Despertando para vida.Parte 2 


- Arthur? – Lua me gritava de
um lugar que eu tinha certeza que era a sala de jantar do nosso
apartamento.


- Sim meu amor. – fui atendê-la.


-
Acabei de ver que não fizemos uma posição. – ela falava da sala,
eu ainda não tinha chegado lá. – e eu acho bom cumprir, isso foi
um dos nossos requisitos no contrato pré-nupcial. – exigente não?
Mas eu a amava e não tinha do que reclamar.


- E como se
chama essa posição. – gritei enquanto abria a porta da
escrivaninha pegando um livro. Peguei o livro e fui em direção a
sala esperando a resposta.


- Ta na mesa!


Lua
estava sentada em cima da mesa de jantar nua, com um travesseiro
embaixo de sua bunda e com as pernas cruzadas me chamando. Graças a
Deus ou não, Maria e Henrique sempre vão para a casa ou dos meus
pais ou de Leonel no final de semana. Eu não sei o que tem por trás
disso, mas ela ultimamente está muito apegada a Tomás. 

Eu
dei um sorriso sedutor e fui me aproximando lentamente passando a
língua pelos lábios, para capturar os dela nos meus.


-
Você não vale absolutamente nada. – capturei seus lábios em um
beijo fogoso. Repleto de amor e tesão.


-
Você criou o monstro, agora, trate de deter.


-
Claro, amorzinho. – deixei o livro na cadeira e a peguei fazendo
com que ela erguesse as pernas, a segurei pelos pés – tudo o que
você quiser.


Com
a mão livre me livrei da peça de roupa que impedia nosso contato.
Desci meu rosto até o sexo de Lua para provocá-la soprei o ar
quente e passei minha língua contornando seu sexo, nunca chegando
perto o suficiente de seu clitóris, Lua ficou muito mais molhada com
isso. Sem esperar mais nada, a penetrei com minha língua sentindo
seu sabor, dava pequenas estocadas, subia e descia entre sua entrada
e seu clitóris, dando leves batidas com a minha língua. Recebendo
gemidos e gritinhos de prazer.



Levantei
fitando seu rosto contorcido em prazer, os olhos fechados e as pernas
fechadas, eu conduzi meu membro estocando lentamente, Lua arfou e
soltou um gemido, ela estava tão quente, tão úmida. E a posição
a deixava mais apertada, a sensação era maravilhosa.

-
Lua… - eu gemia seu nome baixinho, apertando suas pernas.


-
Arthur, mais forte e rápido. – ela me pedia.


Era
impossível negar nada a ela, por isso o fiz o mais forte e rápido
que a posição me permitia era muito apertado trazendo a sensação
e a fricção maior a cada segundo. em minutos estávamos suados e
ofegantes na mesa de jantar, Lua separou um pouco suas pernas
dobrando em meus ombros e fazendo a sensação aumentar, logo depois
deslizou pela mesa. Separando-nos pegando meu membro com sua mão e
apertando. Ela me provocava mais do que eu a ela. Quem diria que a
Virgem de Orgasmo iria se tornar uma expert em enlouquecer um homem
não?


Puxei de volta por suas pernas a estocando, enquanto ela gemia descontroladamente. Eu não poderia aguentar tanta pressão, a pressão que seu sexo fazia no meu. Aumentei meu ritmo, fazendo a mesa ranger e chegando ao meu limite. Enquanto Lua seguia o mesmo
massageando seu clitóris e seus seios. Uma cena altamente erótica, chegando ao orgasmo primeiro e eu a segui depois.Minutos se passaram e eu desci as pernas de Lua trazendo-a para se sentar novamente.
-
Eu não sei você, mas essa foi à melhor de todas! – falava
ofegante ainda.


-
Concordo, devemos repetir mais vezes, muito e muito mais meu
amor.


-Arthur?

-Sim …

-Eu te amo

-Eu também te amo. – terminamos em um beijo rápido,apaixonado,com todo nosso sentimento.

" Você diz que me quer com todas as minhas vírgulas, eu te quero como meu ponto final." - Tati Bernardi



FIM

2 years ago · 1 note source ·
Web despertando…para o prazer…Epilago : Despertando para o prazer.Despertando para o amor. Despertando para vida.Parte 1. 

Meus
pais vibraram com a notícia que tínhamos adotado uma menina, e que
teríamos um filho. Chay a levava para todos os lugares. Sophia a
paparicava, ela agora tinha sua própria Barbie, e que ainda melhor
não reclamava. Os dois eram mimados pelos avós, nunca pensei que
viveria para ver um Leonardo babão, Lua diz o mesmo de LEonel. Nossa
vida mudou muito desde então lançamos nosso livro que virou uma
sensação entre os casais.



O
Kama Sutra – Desperte Para o Prazer por Arthur & Lua B. Aguiar
Um
dos Best-sellers do ano, o livro da década.


Milhões de
pessoas no mundo se apaixonaram por esse jeito fácil e objetivo de
falar de sexo, esse casal simplificaram e tornaram o Kama Sutra a
arte do amor em uma coisa fácil. Explicam cada sensação que a
posição traz aos seus leitores. E conta a historia desse casal, que
exploraram o amor com a ajuda dele.
Com um jeito apaixonante estes
dois autores farão com que você e seu parceiro não queiram mais
sair da cama. E ao mesmo tempo se apaixone por essa bela arte
milenar. Vale à pena conferir este sucesso mundial.



Essa
é uma das críticas sobre nosso trabalho. Sempre elogiando. Minha
mãe quando descobriu toda a verdade, entrou em choque. Como eu, um
pai de família fiz uma coisa dessas e pior contei ao mundo. O choque
inicial passou assim que meu pai logo comprou seu exemplar.


E
Leonel foi praticamente o meu primeiro leitor, meu e de Lua,
aparentemente nenhum dos dois tinha vergonha dos filhos e seu livro
que é um sucesso mundial. O sucesso é tanto que até Micael comprou
um, eu não gosto de imaginar o que ele faz com a Sophia. Aqueles
dois nasceram um para o outro. Eu deixei minha rixa com ele pela
felicidade dela e de Lua, mesmo assim se algo acontecer a minha irmã,
acabarei com a vida daquele Visconde de Sabugosa tridimensional. 

Casados
há cinco anos, dois filhos e nos divertindo para que uma menina
viesse logo. Para Geovanna, que desde que resolveu falar, sempre
pedia o mesmo. Uma irmãzinha. Já que com Henrique, ela não poderia
brincar de boneca com ele. Entre viagens de divulgação e autógrafos
tínhamos chegado ao final da era Kama Sutra, eu teria que arranjar
uma nova modalidade logo.

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 16 

Eu levei Maria, agora ela tinha um nome mesmo que provisório, afinal não poderia me arriscar. E quem quer que tenha abandonado-a, não a teria de volta. Ela agora era minha, minha filha. Eu não posso imaginar o quanto meu pai e minha mãe ficaram felizes, e Lua o que aconteceria, será que ela ficaria com raiva dessa minha decisão. Eu pensaria nisso depois. Agora eu teria que brigar de novo com um cinto e as risadas dela. E fazer mais uma gambiarra. Precisaria arranjar uma cadeirinha, passei em um mercado e comprei tudo que eu achei que fosse necessário para uma criança. Ou seja, tudo aquilo que eu gostava quando criança, e claro algumas coisas saudáveis. Eu não iria acostumá-la mal assim. Fui para casa esperar por Lua junto com Maria como eu iria explicar. E não foi preciso explicar quando ela chegou em casa e nos viu sentados no sofá rindo.

-
Acho que já temos uma filha. – Lua sorriu e se juntou a nós.


-
Claro. – Lua sorriu pegando Maria no colo. – você se dá conta que agora você tem duas mulheres em sua vida, e que isso não é nada fácil?


- Darei conta das duas com prazer, não é Maria?


- É! – ela respondeu balançando a cabecinha, Lua e eu imediatamente ficamos boquiabertos.


- Maria? –Lua perguntou rindo.


- Sim, fui eu que escolhi. E ela também adorou, não foi filha? – peguei Maria do colo de Lua. E
ela se agarrou no meu pescoço, puxando meus cabelos e brincando com  eles. – diz para a mamãe que você adorou o nome. – ela olhou para Lua abrindo um sorriso.- agora temos uma família. – eu disse olhando para Lua.


- Sim e ela será uma família bem grande eu acho…


- Por quê?


- Estou grávida.


Flashback
off

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 16 

Quando
eu virei para entrar no carro a funcionaria estava caminhando com ela
para dentro da casa e ela me olhou chorando e acenou. Eu entrei no
carro e fiquei pensando no que eu tinha acabado de fazer, fui
dirigindo. A sensação de vazio chegando. Os olhos dela quando eu
estava examinando, as risadinhas da minha briga para fazer a
gambiarra com o cinto de segurança.


O choro quando eu a
entreguei para a mulher. Eu já tinha passado Dois quarteirões
quando eu virei o carro tomando a decisão que mudaria a minha vida e
a de Lua, sem nem ao menos dizer a ela. Voltei para o orfanato e pedi
para falar com a diretora, no momento em que ela me viu em sua sala
ela começou a rir. 

-
Em que posso ajudá-lo Sr. Aguiar?


- Eu quero adotar a
menina.


- Eu já imaginava, ela não parou de chorar desde
que você saiu, ninguém consegue acalmá-la eu já estava quase
procurando seu nome na lista telefônica. – ela riu, e eu a
acompanhei.


- Eu posso vê-la?


- Claro, vou
pedir para trazerem, mas o senhor sabe que para isso ela vai ter que
ficar aqui, o juiz vai ter que analisar todo o pedido. Não é uma
coisa rápida. O senhor está certo disso?


- Com toda
certeza.


- O senhor é casado, Sr. Aguiar?


-
Sim, sou casado há dois anos. – eu sorri de orelha a orelha
falando isso.


- E o que ela acha disso, ela não vai se
opor?


- De jeito nenhum, ela que me ajudou ontem com a
menina. – Bem se ela se opuser, teremos um pequeno problema.


-
Que bom, olha só ela. – ela apontou para a porta.


Quando
ela me viu abriu os bracinhos para mim rapidamente eu a peguei no
colo.


- Ela pode ir comigo?


- Sr. Aguiar isso
não é certo. Nós deveríamos tomar todas as providências
primeiro. Mas eu vejo que o senhor é uma boa pessoa e abrirei uma
exceção. Não é todo dia que uma criança sortuda chega e sai no
mesmo dia daqui. – ela explicava, eu poderia jogar meu charme para
ela, Lua me mataria por isso. – Mas, - sempre tem um “mas”. –
a assistente ficará de olho, enquanto tomamos todas as providências
Sr. Aguiar. 

-
Muito obrigada! – eu estava feliz com a decisão. – Vamos
gatinha?


- Sr Aguiar, o senhor não vai dar um nome para a
menina?


Nomes, nomes não tinha pensado nisso.


-
Maria? – eu olhei para ela que sorriu. –Maria, é esse o
nome que você quer? – Ela continuava sorrindo. E eu virei para a
diretora. – Eu não faço ideia de quantos anos ela tem, ou se ela
já fala.


- Provavelmente deve ter aproximadamente dois
anos, e já deve falar algumas coisas, não é querida?. Bem Sr.
Aguiar eu entrarei em contato. E lembre-se eu não costumo fazer
isso, espero que cuide bem da menina.


- Com toda
certeza.

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 16 

Cinco
anos se passaram desde o fim do “tratamento” de Lua. Estávamos
juntos, felizes, casados. E o que mais faltava em nossas vidas, o
universo conspirou para nos juntar e há três anos conspirou para
que mais duas pessoas entrassem em nossas vidas.

Flashback
on



Estávamos voltando de Forks, depois de uma visita
aos meus pais. Tínhamos comprado uma casa em Seattle por conta dos
nossos trabalhos, seria um dia normal se na frente de nossa casa
estivesse ela, a estrelinha que iluminou nossas vidas mais ainda. Uma
garotinha que aparentava ter dois anos com seus cachinhos, sentada na
escada, na entrada. Ela chorava era um choro desesperado. Eu fiquei
parado no caminho entre o carro e a entrada olhando. Enquanto Lua
corria e a pegava no colo. Lua a acalmava enquanto entravamos em
casa.


Era estranho porque nunca imaginamos coisas assim,
você sai um dia e quando volta tem uma criança em sua porta. Eu não
sabia o que fazer, a beleza da menina mesmo chorando me fazia pensar.
Porque abandonaram uma criança tão linda. Falta de condições, um
filho indesejável.


- Arthur, examine a menina. Eu vou
buscar uma roupa, qualquer coisa. – Lua falava enquanto eu olhava
perdido para a cena. Lua me passou a garotinha que já estava mais
calma e agora só soluçava.


Claro que meu desejo de ser
pai nunca foi segredo para Lua, e a garotinha me chamava como um imã.
Ela ficou quieta enquanto eu a examinava. Ela estava tão quietinha,
não tinha sinais de maus tratos ou qualquer coisa do tipo. Ela
apenas me olhava. Ficamos nos olhando, eu sorria feito um bobo para
ela, perguntava seu nome. Ela não falava nada me olhava e até
sorria. Lua voltou com uma blusa dela levando a menina, ela deveria
estar com fome então eu fui para cozinha a procura de alguma coisa.
Anos fazendo partos, e agora quando uma criança aparece em minha
vida eu não faço ideia de como agir, como cuidar dela.

-
Ela está bem? – Lua me retirou dos pensamentos, enquanto eu
procurava alguma coisa, para ela. Não sabia nem ao menos a idade se
era a filha perdida de algum vizinho. Absolutamente nada.


-
Está, nenhum sinal de violência, nada.


- Ela não
fala.


- É, bem estranho não? Porque pelo tamanho dela,
deve ter dois anos de idade e nessa idade eles já falam.


-
Não sei, Arthur eu não tenho a menor ideia. Eu não tive nem chance
de cuidar do Tomás, quando meu pai casou com a Beth ele já era um
moleque!


- É eu também, não faço ideia. Só os retiro
do ventre. Faço os primeiros exames e só. – Lua riu nessa
hora.


- Nem de Sophia você cuidou?


- Não
Sophia sempre foi a princesinha, e tinha babá. E minha mãe, por ser
a única menina. Sempre estava lá.


- E o que vamos fazer?
– Ela olhou para a garotinha que agora enrolava os dedinhos em seus
cabelos.


- Não sei, talvez devêssemos levá-la amanha
para algum orfanato. Agora ela deve estar com fome, não. Só Deus
sabe quanto tempo ela está aí fora.


- Você está com
fome? – ela apenas balançou a cabecinha para Lua.

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 15 

 Mas nós acabamos de
começar a namorar?


- Mas para mim, não me interessa
nada, se não for com você. Ter você eternamente ao meu lado. Você
quer que eu me ajoelhe, eu me ajoelho. – eu me ajoelhei perante a
ela.


- Lua Maria Blanco, casa comigo? – disse
firmemente.


- Sim! – ela sorriu e se abaixou para me
beijar. – Sim! Sim! Sim! – ela dizia entre os beijos.


A
porta a nossa frente abriu e dela saíram minha irmã e Micael.
Fiquei chocado com Sophia, ela me vendo ajoelhado e Lua olhando para
os dois com a mesma expressão de choque, Sophia gritou!


-
OMG! Vocês vão se casar. 

Lua,
você tinha um gosto melhor para namorados antigamente. – Micael
disse e eu fechei a cara imediatamente. E me levantei o indo em
direção a ele quando Lua me parou.


- Acho bom, você
fazer o mesmo com a minha irmã se não quiser ficar sem vida
Borges. – eu praticamente cuspi as palavras e Lua me olhava
horrorizada, assim como Micael que parecia estar assimilando que ele
acabará de transar com minha irmã – Explica para ele Sophia,
tenho ainda muitas coisas para discutir com a Lua sobre nosso
matrimônio.


Fechei a porta na cara dos dois, e agarrei
Lua novamente, agora que ela aceitou meu pedido eu poderia pular uma
condição. E começar a cumprir agora, afinal o livro é enorme. E
eu não tinha tempo a perder agora que ambos despertamos para o
prazer, para o amor e para a felicidade.

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 15 

Levamos
um tempo até nos recompormos e nos vestirmos para voltarmos à
festa. Perola quem era, Bernardo então ela nem se lembrava mais
dele. Quando estávamos arrumados e comportados novamente, como se
nada tivesse acontecido naquela sala. Eu finalmente falei aquilo que
antes doeria muito dizer.


- Chegamos ao fim de seu
tratamento, Srta. Blanco. – Sorri para ela.


- Uma pena
não é mesmo? – Ela sorriu.- Eu tenho uma teoria, porque não
sentia prazer.


- E qual é?


- Eu não amava
ninguém, por isso eu não sentia prazer. O prazer o e amor andam
juntos. Pelo menos para mim. – eu sorri para ela.


- Eu
te amo Lua.


- Eu também te amo Arthur, você despertou em
mim o prazer. Mas suas obrigações como médico acabaram. Como
namorado, ainda temos um livro inteiro a cumprir. – estávamos
agora de mãos dadas saindo da sala, eu a puxei novamente.


-
Eu tenho uma condição. - É mais um pedido.


- E qual
seria essa condição?


- Seja minha para sempre, e eu
cumprirei não só essa obrigação. Como todas as outras. - fiquei
olhando em seus olhos esperando a resposta. 

-
Eu sou sua. – ela disse pensativa. – Eu sou sua namorada. – ela
fitou o vazio. Deus! Será que eu teria que falar com todas as
letras?


- Casa comigo Lua? E eu lhe darei tudo. Todas as
posições, tudo! – eu agora segurava seu rosto. E olhava nos seus
olhos esperando uma resposta, se eu tivesse que me ajoelhar. Eu me
ajoelharia – construa uma família comigo. Lembra-se o que eu te
disse em Forks? – eu estava começando a me desesperar com a falta
de respostas. Ela me  fitava o vazio.

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 14 

Ela adorou tava na
cara.


- Cachorra! Minha cachorra. – apertei sua bunda
com força.


Desci Lua da mesa e sai à procura de algo que
ela pudesse se apoiar. Um banquinho talvez, ela estava encostada na
mesa. Olhando para minha cara como se eu fosse louco. Achei um
banquinho e posicionei em frente a ela.


- Chão de
Estrelas, meu amor, assim como o nome eu farei você ver estrelas,
planetas, o universo. O que você quiser ver querida. – me postei
em sua frente e ela mantinha a mesma fachada de que não estava nem
aí, veremos se ela não estaria nem aí em 2 segundos.

Puxei
seu rosto procurando seu lábios furiosamente, varrendo cada vestígio
de calma da face dela, enfiei minha língua em sua boca passando por
toda extensão, segurei sua cintura me colando junto a ela, roçando
minha ereção evidente em suas coxas, aquele vestido maldito. Era
uma pena não poder rasgá-lo, Lua começou a perder o controle
agarrando meus cabelos me trazendo para ela enquanto ela se sentava
na mesa. Dessa vez não comprovaria sua excitação com as mãos.
Seria de outra forma.


Parei de beijá-la virando de costas
para a mesa agarrando seu cabelo trazendo sua cabeça para trás,
lambendo e assoprando de seu ouvindo até seus ombros, encostei-me
mais ainda a ela pressionando minha ereção em sua bunda. 

-
Essa posição me deixa te dominar, Lua. Assim como você gosta de me
dominar, vamos ver se você gosta de dominar ou ser dominada. – eu
disse em seu ouvido.


Com a mão livre, já que ela estava
presa entre meu corpo e a mesa deslizei o zíper do seu vestido
fazendo-o cair no chão deixando Lua apenas com sua calcinha fio
dental. Ao ver aquilo eu fiquei doido.


- Há quanto tempo
anda usando esse tipo de lingerie? – deslizei meu dedo até a o fio
da calcinha. Ela estremeceu e me respondeu.


- É para não
marcar no vestido. – Sei, ela não terá mais esse tipo de
problema.

-
Não precisará mais se preocupar com isso. – arranquei o pedaço
minúsculo que cobria seu corpo. Lua gemeu alto e eu forcei seu corpo
até estar deitado sobre a mesa. Empinando sua bunda.


Desci
segurando seu quadril e separei suas pernas até elas me darem a
visão que eu queria. Seu sexo molhado e pulsante, a minha espera.
Sem hesitação alguma, me deliciei com seu sexo, sentindo todo seu
sabor. Lua gemia alto, creio que qualquer um que passasse pela porta
ouviria seus gemidos. A penetrava com a minha língua, ora com ela, o
com meu dedo quando não estava trabalhando em seu clitóris, Lua
rebolava em meu rosto e se empinava mais. Trabalhei por minutos até
senti-la pulsando e me dando mais de seu mel. Levantei abrindo o
zíper da minha calça, descendo e abaixando minha cueca. 

Lua?
Ela ainda estava deitada sobre a mesa, e eu a segurava pelo quadril.
Suas pernas falhavam pelo prazer.


- Hum.. – ela
gemia.


- Quero que vire-se, como eu disse esse tango você
irá dançar ao meu modo.


Ela se ergueu da mesa, virando
para me olhar, me olhou de cima a baixo. Me senti um pedaço de
carne em exposição para um cachorro faminto. Ela passou a língua
por seus lábios e eu a agarrei mais uma vez para beijá-la com
fúria e faminto pelo gosto da sua boca, misturado ao gosto de seu
sexo. Quebrei o beijo a fazendo girando-a para que ficasse de
costas.


- Se apoie no banco, com os braços e empine sua
bunda, agora! – Não havia sentido em ser doce, se ela estava
adorando meu jeito bruto.


Ela me obedeceu prontamente sem
chiar uma única vez, a fachada séria havia ido embora, só existia
o tesão agora. Posicionei meu membro em sua entrada, passei por
toda a extensão de seu sexo, e não a penetrei. Lua grunhiu.


-
Você se frustra fácil cachorra, se me quer dentro de você. Seja
boazinha e peça.


- Arthur, eu quero você dentro de mim.
– muito baixo.


- Peça mais alto. – bati em sua
nádega. – estou revidando o tapa que me deu meu amor. 

-
Arthur! – dessa vez ela gritou. Mas logo abaixou seu tom. – me
faça sua, eu quero você dentro de mim, eu não aguento mais. –
baixo de novo, para mim não foi o suficiente.


- Peça
mais uma vez. – agarrei seus quadris pronto para penetrá-la com
fúria.


- Me fode logo, caralho! – ela
gritou.


Penetrei com força segurando seus quadris, Lua
gemeu pela surpresa e pelo tesão, me olhou por cima dos ombros e
lambendo seus lábios e pedindo por mais. Eu dominava a situação e
ela adorava isso, estocava ora forte e rápido. Ora lento e devagar,
fazendo-a grunhir e gemer sempre na expectativa por seu orgasmo. Eu
me segurava ao máximo, querendo chegar ao ápice junto com ela, na
mais perfeita sincronia.


A visão privilegiada de seu
corpo, a sensação de dominá-la acordava o leão que existia em
minha alma, o leão faminto por ela. O homem que foi despertado por
ela quando ela entrou em meu consultório. Ela ergueu sua cabeça e
eu agarrei seus cabelos puxando-os com força, desfazendo todo o
penteado, que ela usará.


- Goza Lua, e geme alto. Quero
que os que estiverem passando por aquela porta, a escutem.


Seu
corpo inteiro se enrijeceu e com a minha estocada final chegamos ao
ápice juntos, em perfeita harmonia. Com Lua obedecendo e gemendo
alto disputando com meus próprios gemidos. Suas pernas falharam e eu
a sustentei agarrando-a pela cintura. Erguendo-a e trazendo suas
costas para colar em meu peito, buscando seus lábios. Ofegantes e
suados pelo esforço. Nunca nos esqueceríamos dessa loucura

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 14  


- Me escuta, eu
só a trouxe porque você saiu com aquela pamonha loira. – ela se
debatia em meus braços, me dava socos que eu não sentia,
francamente! – vamos conversar.


- Arthur, me solta! Eu
vou gritar tão alto. Mais tão alto que todo mundo vai ouvir. –
ela queria gritar. Eu a faria gritar.


Desci do meu ombro
encostando-a na porta. A encarei com fúria gostaria de saber o
porquê de toda essa relutância em ficar comigo. Por causa de
Perola? Eu só a trouxe por culpa dela mesma. Agarrei seus pulsos,
olhando no fundo de seus olhos eu não sabia o que tinha ali. Raiva,
ciúmes.

-
Grita, mais grita bem alto. Quero ver se você tem fôlego para
gritar, como você costuma ter na cama.


Ela tomou fôlego
e apertou seus olhos abrindo a boca para gritar. Antes que um piu
saísse daquela boca eu a beijei com fúria empurrando seu corpo pela
sala. Eu não fazia ideia de onde estávamos Lua tropeçava em seus
saltos e eles não deveriam ficar no meu caminho. Abri meus olhos
analisando o local quebrando o beijo para que ela respirasse.
Totalmente ofegante, ela olhava com ódio. Ela não estava gostando e
isso me deixava com mais tesão ainda.


- Arthur, destranca
a porta. A-G-O-R-A! 

-
Não, eu vou te explicar, tudo. Você vai me ouvir, você vai me
sentir. E nós ainda temos a ultima posição para cumprir. E não me
venha falando que não vai, eu sei que você quer, isso tanto quanto
eu.


Ela não disse nada, me deu apenas um sorriso cínico
vindo para cima de mim gritando. Aquilo conseguia ser mais excitante
ainda, a relutância que não duraria muito, com minha visão
periférica vi uma mesa que me ajudaria muito. Enquanto Lua vinha me
atacar me preparei para pega-la, quando ela veio para me socar com
seus soquinhos de incrível Hulk gay, peguei-a no colo e a levei para
a mesa depositando-a na mesa e abrindo suas pernas me acomodando
entre elas.


- Primeiro. – eu gritei. – Eu trouxe
Perola porque você não pode vir comigo. Porque me trocou pelo
sabugo de milho com pernas. – ela me interrompeu.

-
Perola é o nome da biscate? E eu não te troquei, eu disse que não
poderia vir, eu nem sabia do que a festa se tratava. Agora me solta
eu vou embora e você pode voltar para a loira biscate. – ela fez a
menção de sair e eu apertei ainda mais.


- Segundo. –
apertei seus pulsos para que ela não tentasse fugir. – que
esfregação era aquela lá fora, ele não era seu amigo. –
afrouxei seus pulsos. – o que eu não esperava era ela se soltar e
lançar um tapa em meu rosto.


- Ele é meu amigo. –
outro tapa. – e aquela é o que? Sua amante?


- Já chega, terceiro Lua Maria, agora você vai dançar o meu tango, e só não
rasgo seu vestido como minha mãe fez com o vestido de Perola – ela
riu e eu acompanhei. - Porque não quero exibir seu corpo a todos,
ele é meu. Você é minha. Cachorra! 

-Como é? Repete do que você me chamou

2 years ago · 0 notes source ·
Web despertando…para o prazer…capitulo:Capitulo 14 

-
Oh! – minha mãe ofegou, girando para o outro lado do salão. –
lançando-nos um olhar que eu sabia que era falso. - Com meu pai,
piscando para Sophia e fazendo meu pai sorrir, conduzindo-a para
longe.


-
Arthur, eu vou tentar consertar. – Perola me falou e se retirou com
metade do vestido rasgado. Coitada! Eu ria mentalmente. E eu não
iria ficar sozinho no meio da pista de dança? Claro que não,
precisava tirar Lua das mãos de Micael já.

Caminhei
até a mesa lançando todo o meu olhar sexy para minha irmã que se
segurava para não rir de minha pose.


- Me concede está
dança?


- Com toda certeza.


Sophia agarrou
minha mão e fomos fazendo graça dançando até chegar perto de meus
pais, demos um beijo em cada lado da bochecha de minha mãe e
sussurramos para ela um obrigado muito sincero. Ganhando um sorriso
dela. E uma gargalhada alta do meu pai que se divertia com a maldade
de sua esposa.


Peguei Sophia e comecei a girá-la chegando
cada vez mais perto do casalzinho exibicionista sussurrei para minha
irmã.


- Pegue Micael e suma com ele daqui! 

-
Com todo prazer irmãozinho. – é por isso que eu amo minha
irmã.


Chegando cada vez mais perto quando Micael soltou
um pouco Lua de seu aperto ela notou nossa aproximação, e
enrijeceu, o que ela estava com medo? Acho bom mesmo ela ter porque
ela vai dançar o meu tango. Soltei Sophia para que ela chegasse até
Micael, minha baixinha não me decepcionou puxou Micael pelas costas
passando a mão sensualmente pelo peito dele e disse algo que eu não
consegui identificar. Não queria nem ver o que nossa mãe acharia
desse comportamento nada recatado dela. Mas com toda certeza teria
que agradecer a ela depois, Micael soltou Lua rapidamente a deixando
no meio da pista e se voltando para dançar com Sophia eu rapidamente
puxei Lua para mim ela relutou e eu a segurava forte para que ela não
fugisse.


- Então viemos à mesma festa?

-
Arthur me solta, eu não sei o que você quer. Você não estava com
aquela biscate loira – ela parecia a ponto de chorar – Me
solta!


Girávamos na pista e eu apertava-a ao meu corpo
mais ainda. Já não eram só os Aguiar dando seu show. Outros casais
resolveram se arriscar na dança e eu não via mais Micael e minha
irmã em canto algum.


- Não vou te soltar. Me deixa
explicar, por favor. – ela abriu a boca e voltou a fechar – eu
tenho como explicar porque estou com a biscate loira, como você
mesma diz. – ela abriu a boca novamente – me deixe explicar, por
favor.


- Eu não quero suas explicações, porque não
guarda para a loira morango que estava com você – ela estava com
ciúmes.


Girei seu corpo trazendo sua perna até minha
cintura e grudei nossos corpos, roçando minha virilha contra a dela
e deslizando minha mão pela fenda do vestido.


- Me solta
Arthur, eu não estou para brincadeiras.


- Não é
brincadeira, eu vou explicar. Quer você queira ou nã

Soltei
sua perna e sai arrastando-a por todo o salão a procura de um lugar
onde poderíamos conversar, Lua foi de má vontade não me dando
escolha a não ser me comportar com um homem das cavernas. Quando
saímos do salão agarrei seu corpo jogando-a sobre meus ombros. Com
todos os seguranças da festa nos olhando não me importa, sai à
procura de um lugar calmo. Ela iria me ouvir. Acabei achando uma sala
vazia, entrei soltando Lua do meu ombro.

2 years ago · 0 notes source ·
Página 1 de 16 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »